sábado, 5 de março de 2011
A triste opção de ficar sozinho
Quando não se tem nada a perder, então o que custa se arriscar, não acham? Bem, eu penso diferente dessa máxima. Como havia dito na postagem anterior, eu fiz de tudo a minha vida toda para chamar a atenção das pessoas, mas fracassei vertiginosamente! Então, desde o final de 2010, tomei uma decisão que se para uns é um suicídio social, para outros é uma forma de se privar das decepções: decidi não mais me envolver com as pessoas no sentido emocional da coisa. Também não me tornarei um antissocial, é apenas no lado afetivo, tentar escutar o problema dos outros e dar conselhos, enquanto você tem que enfrentar seus próprios titãs com um elfo e um canivete sem a assistência de ninguém. As pessoas são extremamente individualistas, isso eu aprendi, e acreditem, demorou anos para ver isso. E quando falo no sentido afetivo, também incluo a hipótese de conhecer alguma garota por um bom tempo. Tenho os meus medos: me machucar, machucá-la, amar e não ser correspondido ou o contrário... Eu sei que é duro, mas vai ser assim por uns tempos, até encontrar uma saída, ou até sair da casa de minha mãe, xD.
A carreira em primeiro lugar
Ao longo dos meus 23 anos de vida, sempre dei atenção àquilo que as pessoas pensavam ao meu respeito. Se era baixo, gordinho, maluco, sem vida social, feio, vivendo a sombra da mãe... Tentei impressionar as outras pessoas bancando um ser completamente diferente do que sou e acabei descobrindo que elas estão muito ocupadas demais moldando suas próprias personalidades para prestar atenção nas dos outros. Eu fiz tudo em nome da amizadade, caroninha para as meninas desviando o caminho da minha casa, sair na sexta feira a noite para forró (e olha que forró é a coisa que mais abomino nessa vida, junto com a hipocrisia)... Mas nada disso me engrandeceu ou fez com que tivesse um mínimo de reconhecimento por meus iguais. Agora me paltarei apenas na minha formação acadêmica, sabe, mestrado, especialização, cursos profissionalizantes, aprender uma outra língua, fazer intercâmbio... Percebi que não posso vencer esse monstro gigante que é a vaidade humana, em sempre querer ser o melhor, passando por cima dos seus semelhantes, doa a quem doer... Bem, C'est la vie! Se eles querem o meu sangue, então que venham atrás. Estarei preparado para tudo!
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